domingo, 22 de março de 2009

Política: Araguaia 2010, vagas abertas


As especulações quanto aos possíveis representantes políticos do Vale do Araguaia começam a ser alvos de comentários nas mais diversas rodas de “cientistas políticos” de plantão, seja nas esquinas, nos cafés, padarias e bares, com ênfase para as cidades pólos como Barra do Garças, Água Boa, Confresa dentre outras.
No âmbito federal reconhece-se mais uma vez a performance e o estilo de trabalho de Welinton Fagundes - PR, deputado da região de Rondonópolis que adotou o Araguaia e com ele divide ações, indicações e emendas no orçamento geral da união. Fora Fagundes existe no ar possibilidades de pré-candidaturas de excelentes expoentes como a do renomado advogado Cândido Teles – PSB de Barra do Garças, do suplente Eduardo Moura - PPS, que teve macissa votação no pleito passado e Maurício Tonhá – PR (Maurição), atual prefeito de Água Boa, sobre o qual também existe uma forte corrente que projeta seu nome para disputar o governo do estado em 2010.
Para o legislativo estadual a bolsa das especulações tem outra dinâmica e levanta nomes como o do atual deputado Daltinho - PMDB à reeleição; também de Cândido Teles com seu perfil qualitativo; do dinâmico advogado Paulo Lacerda – DEM, mas de mudança para a legenda PDT; do atual secretário de agricultura do Estado Neldo Egon Weirich; do vereador por Barra do Garças Miguelão; dentre outros que surgirão, e alguns "visionários", na onda da oportunidade para negociar possíveis divisões de votos.
Para os pretensos pré-candidatos, o momento é de preparação de seu aparato de prospecção dos diretórios e alianças que darão sustentação política para o embate de 2010. E do início da lista de captação de recursos financeiros para serem investidos por ocasião da campanha eleitoral, sempre levando em conta as dimensões continentais do Araguaia que é tida como de pouca densidade demográfica e também de votos.
O certo é que os nomes a serem indicados para esses importantes cargos que podem interferir diretamente na vida e no desenvolvimento da região, vão aparecer. As vacâncias existem e precisam com urgência serem preenchidas. Sem eles corre-se o risco do Vale do Araguaia novamente amargar da falta de representatividade política em nível federal e estadual, estagnando mais uma vez do aporte de recursos necessários para seu desenvolvimento.
O que se precisa mesmo é de políticos preparados e audaciosos, de larga visão de futuro, que tenham aspirações desenvolvimentistas e capacidade para legislar independentemente de siglas partidárias, em bancadas cuja ação de trabalho tenha uma só meta: trabalhar sério na defesa das causas que elevem o Araguaia a condição de ser uma das regiões que mais podem produzir no centro-oeste brasileiro.

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